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Política

Secretário de Segurança Publica da Bahia defende as drogas; “Ela libera as pessoas”

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Na manhã do dia 26 de abril, o governador da Bahia, Rui Costa (PT) falou sobre segurança pública durante visita às obras do colégio Rômulo Almeida, no Imbuí. Além disso, o petista saiu em defesa dos policiais militares e civis, e responsabilizou o sistema judicial brasileiro pela escalada da violência em diversos estados, incluindo a própria Bahia.

“Defendo a ação dos nossos policiais quando estão dentro do marco legal e para a defesa de sua sobrevivência inclusive nesse país e no mundo inteiro, que se tornou refém desse gafanhoto que destrói a juventude chamado drogas, que movimenta bilhões de dólares no mundo inteiro, que emprega milhares de jovens. Só não enxerga quem não quer e o brasil precisa discutir como resolver essa nuvem de gafanhotos que destrói nossa plantação”, disse Rui Costa.

Assim como governador, o seu secretário de Segurança Pública, Ricardo Mandarino, também é a favor da liberação das drogas. Em fevereiro do ano passado, ele posicionou defendendo a regulamentação do comércio de drogas leves no Brasil. Mandarino também criticou a política de “guerra às drogas” adotada pela polícia, que segundo ele, seria equivocada.

RESPOSTA DE UM JORNALISTA "IMBECIL" PARA UM "SUPREMO MINISTRO" DO STF.

“O que é que a polícia está fazendo? Correndo atrás de traficante, que mata traficante. Mas quando um traficante mata o outro, ele acaba matando pessoas inocentes também. Então, o que o país precisa é pensar em mudar essa política de combate ao tráfico, que é equivocada, que não dá certo em lugar nenhum do mundo”, afirmou o secretário em entrevista ao Jornal da Manhã, da TV Bahia, no dia 17 de fevereiro de 2021.

Ele disse também que a regulamentação das drogas também pode fortalecer os cofres públicos, e o dinheiro arrecadado pode ser utilizado para recuperar pessoas que sofrem com vício associado ao consumo abusivo de álcool e outras drogas e fazer publicidade contra o uso de drogas, como já ocorre com o cigarro.

“Quando eu falo de droga, falo de drogas lícitas e ilícitas. Todo mundo gosta de tomar uma bebida, beber um uísque, uma cerveja, um vinho para relaxar. A mesma coisa é com essas drogas mais leves. Tem pessoas que consomem moderadamente, e tem os alcoólatras, que ficam com cirrose. E o que você faz com o alcoólatra? Você bota no hospital e recupera ele. O que você faria se tivesse uma política de regulamentar o comércio de droga? Não é dizer ‘todo mundo vai fumar onde quiser’, não é nada disso. É fazer o que se faz em países da Europa, em Portugal, na Holanda, no Uruguai: você regulamenta e tributa esse comércio, e você pega esse tributo e desvincula do orçamento geral da União. Pode perfeitamente ir para uma conta específica vinculada, destinada exclusivamente a construir hospitais para recuperar drogados e fazer publicidade contra o uso de drogas”, explica.

Nesta segunda-feira (17), Mandarino  voltou a defender a legalização do entorpecente. Ele chegou até a afirmar que tem amigos que fumam maconha “para relaxar” e disse também que ela libera as pessoas.

“Porque as pessoas perdem o controle do uso social, uso moderado da droga. São poucas, mas todo mundo faz isso. A maioria das pessoas que eu conheço e usa maconha, são pessoas que trabalham todo dia…… Eu tenho amigos que dizem, eu fumo cigarro ….todo dia pra dar uma relaxada. Elas tiram você das amarras mentais, elas tornam você um emancipado mental, é o que a gente precisa ser, a gente não pode ficar nessas caixinhas, elas liberam as pessoas”.

O secretário de Rui Costa também disse que no meio artístico é comum e evidente o uso das drogas.

“No meio artístico, isso é evidente. A gente conhece histórias de grandes compositores e quando tomam um pouco de um bebidazinha qualquer, relaxa, fazem composições belíssimas. Por que não admitir que isso possa acontecer também no meio cientifico e em outras atividades criativas” concluiu.

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