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Conversas divulgadas pela policia mostram que Flordelis via a morte de Anderson do Carmo como única saída

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A cantora gospel, pastora e deputada federal Flordelis, agora é apontada oficialmente pela pelo Ministério Publico do Rio de Janeiro e pela Policia Civil como a mandante do assassinato do pastor Anderson do Carmo, morto após ser disparado 30 tiros contra ele na madrugada de em 16 de junho do ano passado ao chegar em casa com a esposa após um passeio.

Segundo as investigações, a motivação do bárbaro assassinato seria porque Flordelis estava insatisfeita com a forma com que o pastor Anderson gerenciava as finanças da família. Ainda de acordo com as investigações, a deputada tentou assassinar o esposo por pelo menos seis vezes colocando veneno na sua comida. Foi descoberto também que a parlamentar já havia contratado pistoleiros em outras duas oportunidades.

Uma troca de mensagens que foram recuperadas pela Polícia Civil e Ministério Público mostra que Flordelis sugere a morte do esposo como a única saída.

RESPOSTA DE UM JORNALISTA "IMBECIL" PARA UM "SUPREMO MINISTRO" DO STF.

“Quando ela convence e fala com um outro filho que está aqui denunciado, o André, sobre esse plano de matar Anderson, ela fala da seguinte maneira: ‘Fazer o quê? Separar dele não posso, porque senão ia escandalizar o nome de Deus’, e então resolve matar. Ou seja, nessa lógica torta, o assassinato escandalizaria menos”, contou o promotor Sergio Lopes Pereira em entrevista concedida na manhã desta segunda-feira (24).

“O grupo que se formou vendeu a imagem de um casal perfeito, de uma família caridosa, que criou 55 filhos, quando na verdade os autos mostram que isso foi um golpe, um meio de se conseguir proteção”, disse o promotor.

O promotor também disse que a trama para matar Anderson do Carmo, começou desde maio de 2018 quando a parlamentar tentou envenenar o pastor.

“Começou em maio de 2018 com tentativa de envenenamento do pastor Anderson. Era feito de forma sucessiva, gradual, cumulativa, para conduzir a morte do pastor. (Era usado) veneno, mais notadamente o arsênico, que era posto na comida e na bebida do pastor de forma dissimulada.” explicou.

Para o delegado Allan Duarte, titular da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo, a motivação do crime foi financeira.

“O pastor era o gestor dessa família, a cabeça pensante. Era ele quem geria a carreira artística, religiosa e política da deputada”, informou o delegado.

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