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Política

Senador Kajuru detona Gilmar Mendes e revela bomba sobre o ministro

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Através de um vídeo postado no seu canal no Youtube, neste domingo (9), o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) detonou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, após o magistrado decidir soltar o ex-secretário de João Doria, Alexandre Baldy, preso pela Lava Jato. O parlamentar, através do vídeo expõe as circunstâncias suspeitas sobre a soltura de Baldy.

“Na calada da noite, às 2h45 da madrugada, o ministro Gilmar Mendes mandou tirar da cadeia o secretário de João Doria, que roubou dinheiro da Saúde e que estava preso pela Polícia Federal. Ele foi solto às 2h45 da madrugada. A partir do momento que ele recorreu ao STF, quantos milhões de brasileiros passaram a desconfiar que a qualquer momento ele estaria solto? Depende da mão de quem vai cair o recurso ao STF. Caiu na de Gilmar Mendes. Normalmente bandido não gosta de ver bandido preso, então Gilmar Mendes soltou Baldy. Confesso minha tristeza por parte da Justiça do Brasil” disse o parlamentar.

Kajuru seguiu com a sua metralhadora mirada contra Mendes, a quem chamou de “canalha”  e faz acusações graves contra à conduta do ministro, levantando até suspeitas sobre possíveis compras de decisões de sentenças.

RESPOSTA DE UM JORNALISTA "IMBECIL" PARA UM "SUPREMO MINISTRO" DO STF.

“Porque você, Gilmar Mendes, canalha, só solta ladrão. É de graça? Você tem amor por ladrão? É uma paixão que você tem? Você não pede nada em troca para soltar um ladrão?” questionou o parlamentar.

O ex-secretário de Doria tinha sido preso na quinta-feira (6) em um desdobramento da Lava Jato que apura desvios na área da saúde envolvendo órgãos federais. Mas com o beneficio de Gilmar Mendes, Baldy deixou o prédio da Polícia Federal (PF) por volta de 2h45 deste sábado (8), segundo informou o portal G1.

A defesa recorreu ao STF na sexta-feira. Ela alegou que a prisão de Baldy foi uma “condução coercitiva travestida de prisão temporária”. O ministro Gilmar Mendes foi escolhido como relator após um sorteio. O habeas corpus concedido por ele foi publicado no sistema virtual do Supremo no fim da noite de sexta.

Gilmar Mendes, entendeu que prisão temporária não pode “ser utilizada como prisão para averiguações nem para forçar a presença ou a colaboração do imputado em atos de investigação ou produção de prova, em conformidade com a presunção de inocência e o direito à não autoincriminação”.

“É necessário um grande esforço hermenêutico [de interpretação] para se imaginar que o diálogo que supostamente ocorreu em 2018 constituiria uma prova minimamente concreta de que o reclamante estaria disposto a atrapalhar a investigação penal, de modo a justificar a sua prisão preventiva 2 (dois) anos depois” observou.

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