Conecte-se conosco

Coronavirus

Os erros da “DesOrganização” Mundial de Saúde levaram milhares de vidas para sepultura

Publicado

em

Desde o início da pandemia do novo coronavirus, Covid-19, a Organização Mundial de Saúde vem cometendo erros grotescos envolvendo desinformação, contradições e equívocos tão tremendos, que resultaram na morte de milhares de pessoas pelo mundo a fora. Nos últimos dias, por exemplo, a entidade gerou mais uma polêmica quando uma representante do órgão disse que a contaminação de covid-19, feita por assintomáticos é rara. Assintomáticos são aqueles que estão com o vírus, mas não apresentam sintomas.

No início da pandemia, as informações transmitidas pelo órgão era que, os assintomáticos eram o maior problema, pois segundo a própria OMS, estas estariam contaminando as outras pessoas sem que ninguém pudesse isolá-las. A parir dai, a orientação foi para que todo mundo ficasse em casa, mas a ideia não resolveu nada, porque mesmo as pessoas estando dentro de suas casas, continuaram contraindo a doença e contaminado os demais.

Na última segunda-feira (8) a chefe da unidade de doenças emergentes da OMS, Maria Van Kerkhove, afirmou que algumas pesquisas indicam que pacientes assintomáticos têm poucas chances de transmitir a covid-19. A declaração de Kerkhove repercutiu e em menos de 24 horas a OMS já fez mais um ajuste no discurso e voltou a dizer que os assintomáticos são sim um problema, mas ela não soube informar a que tamanho:. “Estamos absolutamente convencidos de que a transmissão por pessoas assintomáticas está ocorrendo, a questão é saber quanto”, disse Michael Ryan, diretor de operações da OMS.

RESPOSTA DE UM JORNALISTA "IMBECIL" PARA UM "SUPREMO MINISTRO" DO STF.

Entre outros erros cometidos pela Organização, está a questão do uso da hidroxicloroquina que no início da pandemia a entidade desaprovou o uso da substancia. No dia 2 de junho a OMS anunciou a retomada dos testes clínicos com cloroquina para o tratamento de Covid-19. Estudos com a substância (ou sua derivada, a hidroxicloroquina) estavam suspensos desde o dia 25 de maio, para que segunda ela, cientistas avaliassem mais à fundo a segurança do remédio.

Todos estes desencontros, mostram que a OMS tem se mostrado uma entidade pouco confiável. Quando a epidemia começou na China, ela foi contra fechar fronteiras com o gigante asiático. Quando países da América do Sul queriam declarar pandemia, no começo de março, ela disse que ainda era cedo. Quando a pandemia começou oficialmente, ela dizia que máscaras não eram seguras, depois, passou a recomendá-las. Nas últimas semanas, motivou milhões de pessoas a não usarem cloroquina, depois pediu desculpas porque havia se baseado em um estudo falso.

E nesse vai e vem de informações desencontradas, muitas vidas foram perdidas por conta da desorganização da Organização Mundial de Saúde que tem sido a principal referência das nossas autoridades.

Mas, a pandemia do novo coronavirus, Covid-19 não é a primeira que a Organização Mundial de Saúde (OMS) comete erros. O vírus do Ébola na África Ocidental foi combatido, mas muitos erros evitáveis foram cometidos pela Organização. Quem os descobriu foi a Associated Press, que teve acesso a emails e documentos trocados entre entidades da Organização Mundial de Saúde (OMS), e concluiu que entre os principais lapsos estão a má gestão, falta de princípios básicos de higiente e até burocracia em excesso.

Confira os dez principais erros cometidos pela OMS e enumerados pela Associated Press:

1. Muitos dos desinfetantes estavam fora do prazo, tal como outras embalagens de produtos essenciais para o combate ao vírus, que nem data de validade tinham.

2. A falta de formação que deveria ter sido dada aos médicos e funcionários fez com que 40 profissionais perdessem a vida e muitos outros ficassem infetados, isto por não saberem como utilizar os equipamentos de proteção.

3. Muitas vítimas mortais do vírus permaneceram em sacos sem qualquer revestimento ou proteção. Funcionários da OMS tentaram que fossem entregues sacos próprios para cadáveres, mas o governo da Serra Leoa impediu que isso acontecesse.

4. Na região de Kenema, Serra Leoa, estava prometida a construção de uma clínica para o tratamento do vírus, mas assim se manteve, como uma promessa, tendo sido construída já quando o vírus tinha atingido o pico máximo de propagação.

5. A burocracia impediu que fossem entregues as verbas necessárias aos funcionários para cobrir os milhares de dólares em despesas, o que os impediu de comprar materiais básicos como desinfetantes e botas de borracha.

6. A OMS alertou para a instabilidade do gerador de um laboratório do hospital. Nada foi feito. Dias depois, um ‘apagão’ limitou todas as operações de tratamento.

7. Funcionários queixaram-se da marginalização de que eram alvo e pediram ajuda às entidades superiores. Nada foi feito.

8. Em prole das estatísticas, muitos casos de pessoas infetadas não entraram nas contas.

9. A OMS e o coordenador responsável (da própria OMS) pelo combate ao vírus na Serra Leoa entraram em conflito, chegando a ser colocada a hipótese das Nações Unidas serem retiradas da cidade.

10. Responsáveis da OMS alegaram falta de veículos para controlar a propagação do Ébola. À porta da sede da ONU, permaneceram, estacionados, cerca de 50 Land Rovers. Todos eles novos.

Deixe o seu comentário:
Publicidade

Copyright © 2019 Veja Aqui Agora | O que Você Quer Saber Acontece Aqui |

var _Hasync= _Hasync|| []; _Hasync.push(['Histats.start', '1,4104171,4,500,95,18,00010000']); _Hasync.push(['Histats.fasi', '1']); _Hasync.push(['Histats.track_hits', '']); (function() { var hs = document.createElement('script'); hs.type = 'text/javascript'; hs.async = true; hs.src = ('//s10.histats.com/js15_as.js'); (document.getElementsByTagName('head')[0] || document.getElementsByTagName('body')[0]).appendChild(hs); })();

Receba Nossas Notícias