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Mulher que teve culto interrompido pela PM de Santa Catarina explica como foi a abordagem policial

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A Polícia Militar do estado de Santa Catarina, interrompeu um culto doméstico com apenas 5 pessoas na cidade de Forquilhinha por decreto do governador do estado, Carlos Moisés (PSL).

Dias depois, o comandante-geral da Polícia Militar do estado, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Junior, junto do tenente-coronel Cristian Dimitri Andrade, estiveram na casa de Carina Andrade da Silva, membro da Assembleia de Deus em Forquilhinha (SC), que fez uma oração a pedido do comandante da PM. O coronel pediu que a irmã orasse em favor de todos os policiais pedindo a proteção divina para eles em meio à pandemia do novo Coronavirus, Covid-19.

Carina Andrade e mais quatro membros da Assembleia de Deus em Forquilhinha (SC) começaram uma campanha de cinco dias de oração em casa por causa da suspensão dos cultos na igreja. Na segunda quinta-feira da campanha, a reunião foi interrompida pela polícia por “violar” o decreto do governador do estado.

RESPOSTA DE UM JORNALISTA "IMBECIL" PARA UM "SUPREMO MINISTRO" DO STF.

Ela deu uma entrevista ao site Gospel Prime e disse que a polícia ao chegar à frente de sua residência, ligou a sirene e “fez barulho”, mas não saiu da viatura, nenhum policial. A fiel ainda conta que ela saiu de casa e foi até o veículo para ouvir do policial se era necessário interromper o culto.

Disse também que explicou ao policial que estava ela, e só mais quatro irmãs orando. Ainda segundo a dona da casa, ela diz que questionou o oficial sobre a quantidade de pessoas que seria considerada aglomeração ou não, mas o policial não soube responder e diz que o mesmo foi irredutível e registrou o Boletim de Ocorrência ainda dentro da viatura.

Quanto à visita do comandante-geral da PMSC na sua casa depois do ocorrido, Carina diz que ficou assustada com a comitiva policial que foi a sua casa. Ela afirmou que “O coronel disse que os policiais não podiam interromper o culto”. Disse também que o comandante disse que estava ali, não para pedir desculpas pelo erro cometido pelos policiais e sim fazer “esclarecimentos”.

Ela disse também que o coronel Araújo levou “presentes” para a ela, entre eles cestas-básicas, álcool em gel e chocolates “para as crianças”. Carina diz que ficou impressionada com a visita e a ação do comandante que foi completamente o oposto do que havia acontecido antes, na sua residência. “Eu fiquei até impressionada, porque na hora que me abordaram , eles falaram uma coisa, e o coronel já disse que não tinha problema”, disse a mulher.

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