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Comandante-geral da Polícia Militar em Santa Catarina visita casa que teve culto interrompido e pede oração

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Nesta quinta-feira (2), um culto doméstico com apenas cinco pessoas na cidade de Forquilhinha no estado de Santa Catarina, foi interrompido pela Polícia Militar do estado por ordem do governador Carlos Moisés (PSL). Segundo os policiais, a ação, se deu porque o culto infringiu um decreto do governo do estado.

Depois do ocorrido, o comandante-geral da Polícia Militar do estado, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Junior, junto do tenente-coronel Cristian Dimitri Andrade, estiveram na casa de Carina Andrade da Silva, membro da Assembleia de Deus em Forquilhinha (SC), que fez uma oração a pedido do comandante da PM. O coronel pediu que a irmã orasse em favor de todos os policiais pedindo a proteção divina para eles em meio à pandemia do novo Coronavirus, Covid-19.

Antes de orar, a fiel citou as pragas enviadas ao Egito e lembrou que “Deus é o principal protetor contra este mal” que vem assolando o mundo inteiro. “Venha cobrir cada policial com teu sangue… venha repreender este mal Senhor… este gigante invisível… envia um anjo ao lado de cada um dos teus filhos para proteger”, clamou.

RESPOSTA DE UM JORNALISTA "IMBECIL" PARA UM "SUPREMO MINISTRO" DO STF.

O coronel disse que “em nenhum momento a legislação retira a liberdade de culto”, apesar do decreto 515/2020 do governo do estado citar especificamente a proibição de cultos religiosos de caráter público ou privado. O comandante da PM afirmou também que, “O que ela faz é estabelecer normas para isso [reunião] acontecer em segurança”.

O advogado Rafael Vieira Silveira criticou o decreto do governo estadual e afirmou que “o teor das competências estaduais para legislar sobre tal é bem discutível”.

Ele lembrou também que “constitucionalmente a casa é asilo inviolável (Art. 5º, XI)” e que não havendo medidas excepcionais, “como infração de qualquer direito da vizinha (Art. 1.277 e ss do Código Civil)”, “não faria sentido tal intervenção do Estado” e que os policiais poderiam responder por abuso de autoridade.

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