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Relembre o drama do misterioso sumiço do celular de Anderson do Carmo

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O brutal assassinato do pastor Anderson do Carmo, morto a tiros no dia 16 de junho do ano passado na garagem de sua casa, quando chegava de um passeio com sua esposa cantora gospel e deputada federal Flordelis, já completou sete meses e até agora continua cercado de mistérios e a polícia ainda não deu um desfecho no caso.

O grande mistério desse caso é o paradeiro do aparelho celular do pastor Anderson, que após o crime desapareceu e até agora nunca foi encontrado pelos investigadores da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, responsável pelo caso. O aparelho é considerado uma peça fundamental nas investigações do assassinato, pois através dele poderia chegar aos mandantes do crime.

Ao longo de sete meses de investigações, os investigadores da DP, já ouviram diversas versões sobre o misterioso paradeiro do aparelho. Mas, esta semana, essa triste e misteriosa novela ganhou um novo capítulo. Segundo informações da TV Globo, a Delegacia de Homicídios descobriu que horas após o crime do esposo de Flordelis, o telefone dele foi conectado ao wi-fi da casa do senador Arolde de Oliveira, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde recebeu um novo chip cadastrado no nome de Yvelise de Oliveira, esposa do senador.

RESPOSTA DE UM JORNALISTA "IMBECIL" PARA UM "SUPREMO MINISTRO" DO STF.

Relembre, abaixo, os capítulos dessa misteriosa história.

1 – Flordelis promete entregar o aparelho celular do esposo

Em seu primeiro depoimento aos investigadores, horas após a morte de Anderson, a parlamentar prometeu à polícia entregar o telefone do marido, o que nunca aconteceu. Posteriormente, ela afirmou à polícia desconhecer o paradeiro do telefone. Já em seu segundo depoimento no dia 24 de junho, ela disse aos policiais não ter visto o celular de Anderson após o crime, versão que logo depois foi desmentida por testemunhas.

2 – Filho de Flordelis afirma que a mãe confessou ter quebrado celular do pastor Anderson

Em seu depoimento dado à polícia no dia 24 de junho, o vereador Misael, um dos filhos adotivos da deputada, contou aos policiais que esteve no dia 21 de junho com a mãe na casa da família, em Pendotiba, Niterói. Ele ainda disse aos investigadores que, durante uma reunião no quarto da mãe, ela escreveu em um caderno os dizeres “Nós quebramos o celular do Niel e jogamos na ponte Rio-Niterói”. Niel era o apelido de Anderson na família. Ainda segundo o vereador, o caderno passou pelas mãos de sua esposa, Luana, e de Daniel dos Santos, seu irmão.

3 – O celular passou pelas mãos do motorista de Flordelis

Em seu depoimento, Misael também relatou que teve acesso ao telefone celular do pai no dia seguinte ao crime. Ele revelou que o aparelho estava com o motorista da mãe, Marcio da Costa Paulo, conhecido como Buba. O vereador também informou que Buba relatou a ele que entregaria o celular para a deputada.

4 – Outro filho também desmentiu versão dada por Flordelis

Luan Santos, outro filho da deputada, em seu depoimento, disse na Delegacia de Homicídios ter visto o momento em que Buba chegou à casa da parlamentar, com o telefone na mão, para entregá-lo. Luan, que é um dos filhos biológicos de Flordelis, disse que Adriano de Souza, tomou o telefone da mão de Buba e disse que pegaria o aparelho primeiro.

Flordelis disse para o filho que ele apagasse “aquilo que tá lá”. A nora de Flordelis alertou a sogra de que a polícia teria como descobrir se algo fosse deletado do aparelho. Luan afirma que concordou e, segundo ele, Flordelis abaixou a cabeça e ficou em silêncio. O rapaz prestou depoimento no dia 28 de junho. Segundo ele, o episódio relatado ocorreu no dia do sepultamento do pastor, 17 de junho.

5 – Motorista de Flordelis confessa ter ficado com celular do pastor Anderson

À polícia, no dia 26 de junho, em seu depoimento Buba, motorista de Flordelis, confirmou que o celular de Anderson do Carmo tinha ficado com ele, mas não revelou qual destino deu para o aparelho. Já Adriano disse à polícia que não sabia informar a localização do telefone do pastor.

6 – Polícia descobre que celular foi jogado no mar por uma das netas de Flordelis

No dia 26 de junho, a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo recebeu uma denúncia de que um mototaxista levou uma das netas da parlamentar até a Praia de Piratininga, em Niterói, para jogar um telefone celular no mar. A jovem identificada por Lorrane Oliveira dos Santos foi até o local enquanto acontecia uma operação de busca e apreensão feita pela polícia na casa de Flordelis. O mototaxista que levou a neta de Flordelis na orla também foi ouvido pelos investigadores no dia 26 de junho e confessou ter feito o trajeto com a neta da deputada na data e horário da busca e apreensão. Ele, no entanto, não relatou ter visto Lorraine jogar o aparelho no mar.

Em depoimento, a moça afirmou ter ido à praia de Piratininga para relaxar sozinha naquele lugar e jogar um tênis vermelho no mar. Ela conta que ficou 20 minutos no local, mas o mototaxista, que levou a jovem de volta para casa, deu versão diferente. Ele disse que só deu tempo da jovem ir até o mar e voltar, permanecendo por cerca de cinco minutos na praia.

7 – Irmã de pastor revela que viu celular do irmão na casa de Flordelis

Michelle do Carmo, irmão do pastor Anderson, disse em depoimento a polícia que viu o celular do irmão na casa da família logo após o crime. Ela afirmou ter visto o momento em que a namorada de um dos filhos de Flordelis entregou o aparelho para a parlamentar.

8 – Outros celulares também foram desaparecidos

Além do telefone do pastor Anderson do Carmo, a polícia também não encontrou os aparelhos que eram usados por Flordelis e por Flávio dos Santos, filho biológico da deputada que está preso por ter confessado atirar seis vezes no pastor. Em setembro do ano passado, a delegacia apreendeu um celular que passou a ser usado por Flordelis após o crime.

9 – Telefone de Anderson conectado na casa de senador

Os investigadores da DH descobriram que, horas após o crime, o celular foi conectado à rede de wi-fi da casa do senador Arolde de Oliveira (PSD), na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Na ocasião, foi inserido um chip em nome de Yvelise de Oliveira, esposa do parlamentar. O senador é padrinho político de Flordelis.

10 – Celular foi levado pra casa de delegado federal

As investigações apontam que, após o celular ter passado pela casa do senador, o aparelho foi levado para Brasília. Já na capital federal, o telefone foi conectado ao wi-fi de um delegado federal com um chip em nome de um pastor.

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