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Opinião

Lula e Dilma: Um quer “aliança com Deus, outro prometeu “aliança com o Diabo”

Edivaldo Santos

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As eleições de 2018 mostraram que os cristãos no Brasil, caso decida em massa por isso, tem capacidade suficiente para decidir os destinos da nação através do voto. Isto foi confirmado nas urnas após a vitória do atual presidente da república Jair Messias Bolsonaro que contou com o apoio maciço do seguimento.

Igrejas, pequenas e grandes, pequenos e grandes líderes de todo país se mobilizaram do sentido de apoiar a eleição de Bolsonaro. Isto porque, entre todos os candidatos que estavam disputando o cargo presidencial, o único que estava mais próximo de tudo aquilo que os cristãos defendem que são os princípios bíblicos, a valorização da família como de fato está descrita na bíblia, não a ideologia de gênero e muitos outros.

Com certeza, os cristãos do país, fez a diferença e ajudou Bolsonaro vencer as eleições contra Fernando Haddad, que foi o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), um dos partidos que mais é o inverso de tudo ou quase tudo daquilo que a maioria dos cristãos pensam, pregam e seguem.

Durante a campanha, o então candidato do PT, Haddad teve que mudar o discurso. Começou a visitar igrejas e em uma delas, até da ceia, ele tomou, isto aconteceu em uma igreja católica. Já partindo para a reta final da campanha, o candidato petista, até as cores da campanha, que tem o vermelho como a cor predominante do partido, trocaram pelas cores do Brasil, usadas na bandeira brasileira, mas, nada disso adiantou. O povo já estava decidido e queria mesmo era mudança.

O povo, principalmente os cristãos, não queria mais que a ideologia de gênero continuasse, não queria mais que as nossas crianças fossem induzidas e deturpadas nas escolas, não queria mais que as coisas continuassem como estavam indo com a gestão do Partido dos Trabalhadores, que já estava há 13 anos no poder.

Em novembro de 2018, após a vitória do presidente Jair Bolsonaro. A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) participava do Fórum do Pensamento Crítico, em Bueno Aires. Insatisfeita com a eleição do presidente, a petista prometeu fazer “aliança até com o Diabo” para lutar contra o governo de Bolsonaro.

Nas eleições de 2018, quando Bolsonaro ganhou a maioria dos votos dos evangélicos, o Partido dos Trabalhadores (PT) experimentou uma rejeição esmagadora por parte desse seguimento, do qual muitos deles apelidaram de “Partido das Trevas”.

A derrota de Haddad, na disputa do segundo turno com Bolsonaro, fez o partido refletir e se conscientizar sobre a importância que os lideres evangélicos tem para decidir um pleito, fato que foi desdenhado pela sigla durante 13 anos quando esteve no poder.

Em 2018, Dilma prometeu “aliança até com o Diabo” para defender os interesses do partido e lutar contra o atual governo. Recentemente, quando deixou a prisão em Curitiba, após uma manobra do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que era o alvo principal do benefício concedido pela corte, orientou a sigla a criação de “núcleos evangélicos” nos estados no sentido de atrair o seguimento.

A declaração foi dada em entrevista à “TV do Trabalhador”, vinculada ao Partido dos Trabalhadores. Em tom de brincadeira, o ex-presidente também afirmou ter “jeitão de pastor”. Com essa declaração, mesmo em tom de brincadeira, o petista estava reforçando a intenção de tentar “resgatar” o que parece não recuperar mais nunca que é a simpatia dos evangélicos no país.

Dilma prometeu “aliança até com o Diabo”, lula quer “aliança com os evangélicos”, quem está certo? Um falou a verde e outro usou de engano. Dilma, falou a verdade porque sabemos que ela é capaz para fazer tal aliança, se é que já não existia.

Lula usou de engano porque antes, nunca demonstrou essa aproximação com os evangélicos. Muito pelo contrário, tudo que o partido prega, todas as ideologias da sigla vão contra tudo aquilo que os evangélicos pregam, pensam e seguem. Isto é uma evidência claríssima de que Lula e nem o partido nunca quis uma aproximação com o seguimento. E por que isto agora?

Esse discurso agora, é simplesmente porque sentiu que realmente é um seguimento que pode fazer a diferença numa eleição, assim como fez em 2018. Na realidade, o principal objetivo do Partido dos Trabalhadores é alcançar o eleitorado do presidente Jair Bolsonaro, mas sem abrir mão da visão ideológica distorcida que o a sigla defende, a qual nunca agradou a maioria dos evangélicos.

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