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Política

Empresários simpáticos a Bolsonaro estão cortando publicidades na Globo e Folha, diz deputado

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A revolta dos empresários simpáticos ao presidente Jair Bolsonaro, contra a Rede Globo e a Folha de São Paulo parece que já começa surtir efeitos, os quais não são bons para os dois veículos de comunicação, pois nenhuma emissora de rádio, TV e nenhum jornal sobrevivem sem assinantes e ou publicidades.

Qualquer veículo de comunicação tem que ter publicidades ou assinantes para que haja a sua manutenção. Caso contrário, o seu destino é fechar as portas.

O deputado federal Bibo Nunes (PSL-RS) disse neste sábado (02), nas suas redes sociais, que empresários simpáticos ao presidente Jair Bolsonaro estão cortando publicidades na Rede Globo e também na Folha de São Paulo.

RESPOSTA DE UM JORNALISTA "IMBECIL" PARA UM "SUPREMO MINISTRO" DO STF.

“Empresários solidários ao governo Bolsonaro estão suspendendo suas publicidades na Rede Globo e Folha de São Paulo, por não concordarem com a imprensa marrom que praticam. E a onda está crescendo” escreveu o deputado.

O parlamentar que é do mesmo partido do presidente aproveitou a oportunidade e não poupou críticas a oposição. Ele disse que ela é saudável, mas depende da forma como a faz. Segundo ele, a depender da maneira como a faz, pode prejudicar o país.

“A oposição é saudável e ajuda a consertar erros. Mas oposição contra tudo e a favor de nada, só prejudica. E tem a oposição do quanto pior, melhor”, disse o parlamentar.

A repercussão da reportagem exibida nesta terça-feira (29) na TV Globo em que envolveu o nome do presidente no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco não pegou nada bem para a emissora.

A reportagem foi exibida no Jornal Nacional e nela cita o nome de Bolsonaro na investigação do caso Marielle Franco. A matéria diz que a Polícia Civil do Rio de Janeiro teve acesso ao caderno de visitas do condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio, onde têm casa o presidente e o ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado da morte da vereadora do PSOL.

As informações divulgadas no JN, dizem que no dia 14 de março de 2018, horas antes do crime, o ex-PM Élcio de Queiroz, outro suspeito, teria anunciado ao porteiro do condomínio que iria visitar Jair Bolsonaro e acabou indo até a casa de Lessa, versão que foi desmentida pela procuradora do Ministério Público do Rio de Janeiro, Simone Sibílio.

“As gravações comprovam que Ronnie Lessa é quem autoriza a entrada do Élcio. E, em depoimento, eles omitiram diversas vezes que estiveram juntos no dia do crime. O porteiro mentiu, e isso está provado por prova técnica”, afirmou a promotora.

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